♥quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
31/12/2008
Dia que começa diferente dos outros, todos acordam cedo e se abraçam. Chegamos ao final de mais um ano juntos. Brigamos, trocamos muitas ofensas, fomos muito felizes também, de uma vez por todas nos adaptamos a "casa nova". Já nos sentimos em casa de verdade, agora é o nosso lugar, já tem a nossa cara.
O clima de ultimo dia de um ano difícil não é a única coisa que paira no ar, é também aniversário dela que é a maior guerreira que eu já conheci na vida, ela acorda reclamando de dor nas costas mas com um sorriso lindo no rosto, sabe que o dia é dela e só. Os amigos preparam uma surpresa, hoje ela vai tomar o café da manhã cercada por todos os queridos, é dia de casa cheia logo cedo, todos unidos por ela e para ela.
Que mulher sublime, não tem noção da força de suas palavras, do poder da sua presença. Dura na queda mas de uma doçura incomensurável. ela quer sua casa toda vestida de branco e se é isso que quer trocamos os lençóis, as fronhas, a capa do sofá, a toalha de mesa... Súditos fiéis que somos deixamos seu castelo à seu gosto, janelas escancaradas, musica alta logo cedo, ela se arruma e ansiosa anda de um lado para o outro esperando os amigos virem lhe dar os parabéns que ela sabe que são merecidos.
Hoje, o ultimo hoje de Dois Mil e Oito, ela que passou todos os outros trezentos e sessenta e quatro dias se doando e indo à luta quer só se afagada um pouco para que possa recarregaras forças para enfrentar outros trezentos e sessenta e quatro dias do novo ano.
Ela, minha favorita entre todas, a minha mãe.
O clima de ultimo dia de um ano difícil não é a única coisa que paira no ar, é também aniversário dela que é a maior guerreira que eu já conheci na vida, ela acorda reclamando de dor nas costas mas com um sorriso lindo no rosto, sabe que o dia é dela e só. Os amigos preparam uma surpresa, hoje ela vai tomar o café da manhã cercada por todos os queridos, é dia de casa cheia logo cedo, todos unidos por ela e para ela.
Que mulher sublime, não tem noção da força de suas palavras, do poder da sua presença. Dura na queda mas de uma doçura incomensurável. ela quer sua casa toda vestida de branco e se é isso que quer trocamos os lençóis, as fronhas, a capa do sofá, a toalha de mesa... Súditos fiéis que somos deixamos seu castelo à seu gosto, janelas escancaradas, musica alta logo cedo, ela se arruma e ansiosa anda de um lado para o outro esperando os amigos virem lhe dar os parabéns que ela sabe que são merecidos.
Hoje, o ultimo hoje de Dois Mil e Oito, ela que passou todos os outros trezentos e sessenta e quatro dias se doando e indo à luta quer só se afagada um pouco para que possa recarregaras forças para enfrentar outros trezentos e sessenta e quatro dias do novo ano.
Ela, minha favorita entre todas, a minha mãe.
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