prefiro sentir,
estar sempre sonhando, procurando, voando.
ir longe com o vento e tardar em voltar.
me atrasar na realidade vivendo de sonhos.
sentimental até demais, adoro tempestade em copo d'agua.
me entregar ao hoje, ao agora sem pensar no amanhã, depois...
vivo de amor.
preciso sentir a intensidade na veia.
estou sempre atrás de borboletas que me expliquem o mistério da mutação sublime.
e me ensinem como criar asas para que eu possa levantar meus pés, rastejantes, do chão.
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
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Um comentário:
"e me ensinem como criar asas para que eu possa levantar meus pés, rastejantes, do chão"
Puxa, isso me diz tanto. Parei um tempinho para pensar. Aí, me lembrei do que li em outro blog: "A dificuldade não está em estruturar o alicerce e tampouco construir o muro. A dificuldade está em se ter a curiosidade e a coragem, para que olhemos do outro lado. "
Não sei o seu caso, mas a mim não faltam asas, nem vento. Falta acreditar que sou uma águia, e não uma galinha...
beijos! luz! feliz natal!
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